"Hoje cedo, na rua do Ouvidor, quantos brancos horríveis eu vi"...
Este post não tem o objetivo de levantar bandeiras, apenas de relatar uma experiência vivida.
Sexta-feira, "dia da providência" segundo alguns, resolvo sair do trabalho e curtir um som no Porto da Barra - minha amiga Juliana estaria se apresentando. Até aí, perfeito. Chegando lá, me deparo com o "inferno"...
Gente pra caramba!!! Na última vez que fui, o clima tava massa, pouca gente pra curtir na época o Roney Jorge...enfim, prova de que o evento é um sucesso. Mas, só pra variar, a Secretaria de Cultura faz um evento bala, mas esquece que é necessário ter o mínimo de infra-estrutura. Estamos às vésperas no carnaval, em plena cidade de São Salvador, ou seja, o mundo para!
Voltemos... evento com boa música, mas sem estrutura. O que vi foram muitos ambulantes pelas ruas, tapumes, pedaços de madeira, andaimes por armar, outros tantos armados, banca de churrasquinho (sim, os gatos estavam lá) e o povo se espremendo para conquistar seu espaço, seja na areia, seja no calçadão (hã?). Resumo da ópera - muito tumulto!
Não bastasse tudo isto, ao ir embora me deparo com um casal de burguesinhos fazendo uma queixa ao policial... Eles reclamavam que foram coagidos pelo guardador de carros a pagar pelo estacionamento, que foram ameaçados, blá blá blá...até aí, tranquilo. O policial, educadamente pergunta as características do sujeito: "ah, ele é um preto, todo maltrapilho e meio banguela nos dentes da frente". Tipo, o cara não era negro, com estatura tal, trajando tal roupa, aparentando a idade X. Ele apenas era preto, sujo e banguela.
Assim como eu, o policial pareceu indignado, ao ponto de sugerir que quando eles estacionassem o carro onde tem flanelinha (tema polêmico para outro post), que eles pagassem de boa pelo serviço. Afff!!! Mesmo! Festa estranha, com gente esquisita.
"Hoje cedo, na rua do Ouvidor, quantos brancos horríveis eu vi"
Este post não tem o objetivo de levantar bandeiras, apenas de relatar uma experiência vivida.
Sexta-feira, "dia da providência" segundo alguns, resolvo sair do trabalho e curtir um som no Porto da Barra - minha amiga Juliana estaria se apresentando. Até aí, perfeito. Chegando lá, me deparo com o "inferno"...
Gente pra caramba!!! Na última vez que fui, o clima tava massa, pouca gente pra curtir na época o Roney Jorge...enfim, prova de que o evento é um sucesso. Mas, só pra variar, a Secretaria de Cultura faz um evento bala, mas esquece que é necessário ter o mínimo de infra-estrutura. Estamos às vésperas no carnaval, em plena cidade de São Salvador, ou seja, o mundo para!
Voltemos... evento com boa música, mas sem estrutura. O que vi foram muitos ambulantes pelas ruas, tapumes, pedaços de madeira, andaimes por armar, outros tantos armados, banca de churrasquinho (sim, os gatos estavam lá) e o povo se espremendo para conquistar seu espaço, seja na areia, seja no calçadão (hã?). Resumo da ópera - muito tumulto!
Não bastasse tudo isto, ao ir embora me deparo com um casal de burguesinhos fazendo uma queixa ao policial... Eles reclamavam que foram coagidos pelo guardador de carros a pagar pelo estacionamento, que foram ameaçados, blá blá blá...até aí, tranquilo. O policial, educadamente pergunta as características do sujeito: "ah, ele é um preto, todo maltrapilho e meio banguela nos dentes da frente". Tipo, o cara não era negro, com estatura tal, trajando tal roupa, aparentando a idade X. Ele apenas era preto, sujo e banguela.
Assim como eu, o policial pareceu indignado, ao ponto de sugerir que quando eles estacionassem o carro onde tem flanelinha (tema polêmico para outro post), que eles pagassem de boa pelo serviço. Afff!!! Mesmo! Festa estranha, com gente esquisita.
"Hoje cedo, na rua do Ouvidor, quantos brancos horríveis eu vi"
